TEXTO BASE SL 18: 5 / II SM 22: 5 - 6
INTRODUÇÃO
TEMA: 3. O QUE É O ESTADO INTERMEDIÁRIO?
SL 18: 5 Cordas de Seol me cingiram, laços de morte me surpreenderam.
II SM 22: 5. As ondas da morte me cercaram, as torrentes de Belial me atemorizaram.
II SM 22: 6. Cordas do Seol me cingiram, laços de morte me envolveram.
1. É uma Habitação Espiritual Fixa e Temporal: o estado intermediário é um modo de existir entre a morte física e a ressurreição final do corpo sepultado.
No Antigo Testamento é identificado como Sheol e no Novo Testamento como Hades.
Os dois termos dizem respeito ao reino da morte (Sl 18:5; II Sm 22: 5,6).
É um lugar espiritual em que as almas e espíritos dos mortos habitam fixamente até que seus corpos sejam ressuscitados, para a vida eterna ou para a perdição eterna.
2. É um Lugar de Consciência Ativa e Ação Racional: segundo Jesus descreveu esse lugar, o rico e Lázaro participam de uma conversa nesse lugar, estando apenas em lados diferentes (Lc 16:19-31).
Para os salvos um lugar de comunhão com o Senhor (II Co 5: 6-9).
Para os ímpios o lugar de tormento, não teria razão de ser, se não houvesse consciência naquele lugar.
As atividades existentes no Sheol-Hades não implicam que os mortos possam sair daquele lugar, mas que estão retidos até a ressurreição dos seus corpos para apresentarem-se perante o Senhor (Lc 16: 19-31; 23: 43; At 7: 59).
4. O Sheol-Hades Antes e Depois do Calvário
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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
O ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS – V
TEXTO BASE LC 16: 19 - 31
INTRODUÇÃO
TEMA: O ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS – V
19. Ora, havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e todos os dias se regalava esplendidamente.
20. Ao seu portão fora deitado um mendigo, chamado Lázaro, todo coberto de úlceras;
21. o qual desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as úlceras.
22. Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado.
23. No hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio.
24. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe na água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
25. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de igual modo os males; agora, porém, ele aqui é consolado, e tu atormentado.
26. E além disso, entre nós e vós está posto um grande abismo, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem os de lá passar para nós.
27. Disse ele então: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,
28. porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham eles também para este lugar de tormento.
29 Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
30. Respondeu ele: Não! pai Abraão; mas, se alguém dentre os mortos for ter com eles, hão de se arrepender.
31. Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.
Como existe uma diversidade de interpretações a respeito do Estado Intermediário, devemos estudar esta doutrina.
1 - A Vida Depois da Morte: vários argumentos reforçam a doutrina bíblica sobre a vida além-túmulo:
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INTRODUÇÃO
TEMA: O ESTADO INTERMEDIÁRIO DOS MORTOS – V
19. Ora, havia um homem rico que se vestia de púrpura e de linho finíssimo, e todos os dias se regalava esplendidamente.
20. Ao seu portão fora deitado um mendigo, chamado Lázaro, todo coberto de úlceras;
21. o qual desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as úlceras.
22. Veio a morrer o mendigo, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; morreu também o rico, e foi sepultado.
23. No hades, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe a Abraão, e a Lázaro no seu seio.
24. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e envia-me Lázaro, para que molhe na água a ponta do dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama.
25. Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que em tua vida recebeste os teus bens, e Lázaro de igual modo os males; agora, porém, ele aqui é consolado, e tu atormentado.
26. E além disso, entre nós e vós está posto um grande abismo, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem os de lá passar para nós.
27. Disse ele então: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai,
28. porque tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham eles também para este lugar de tormento.
29 Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos.
30. Respondeu ele: Não! pai Abraão; mas, se alguém dentre os mortos for ter com eles, hão de se arrepender.
31. Abraão, porém, lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos.
Como existe uma diversidade de interpretações a respeito do Estado Intermediário, devemos estudar esta doutrina.
1 - A Vida Depois da Morte: vários argumentos reforçam a doutrina bíblica sobre a vida além-túmulo:
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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018
Esboço Bíblico Expositivo: A INFÂNCIA DE JESUS. Clique na letra G
Os Primeiros Passos do Salvador no Cenário Humano.
Texto base: Lc 2.1–7
📍Apresentação ajustada:
Pr. João Nunes Machado, casado, brasileiro, residente em Florianópolis/SC – Brasil.
Formado em Teologia Cristã pela FATEC (Faculdade Teológico Cristocêntrico).
Ministro do Evangelho há mais de 20 anos, servindo na pregação, ensino e cuidado pastoral.
📧 Contato: [perolasdesabedorianunes@gmail.com](mailto:perolasdesabedorianunes@gmail.com)
🤝 Nos laços do Calvário que nos unem
✝️ Pr. João Nunes Machado*
INTRODUÇÃO🌟👶📜
A infância de Jesus não foi registrada em detalhes extensos, mas as Escrituras nos revelam momentos poderosos que apontam Seu propósito eterno. Desde o nascimento simples em Belém até a apresentação no templo e o episódio marcante aos doze anos, vemos um Cristo que se revela progressivamente à humanidade.🌟
Estudar a infância de Jesus nos ajuda a compreender:
Sua verdadeira humanidade 👶
Seu cumprimento profético 📜
A manifestação inicial de Sua missão divina ✝️
Assim, contemplamos o início da caminhada terrena d’Aquele que mudaria a história para sempre.
I. O NASCIMENTO DE JESUS – O VERBO FEITO CARNE (Lc 2.1–7)🌠🐑
1. Contexto histórico-cultural
O Império Romano dominava Israel, impondo tributos e decretos (como o recenseamento de César Augusto).
Belém era uma pequena aldeia, profetizada como o lugar do nascimento do Messias (Mq 5.2).
As hospedarias eram simples, e os viajantes muitas vezes ficavam em estábulos anexos às casas.
2. Análise do texto
Lc 2.1–7 revela que Jesus nasce em condições humildes, revelando a glória de Deus no contraste da simplicidade.
O “menino envolto em faixas” mostra cuidado materno e humanidade plena.
A manjedoura aponta para Sua identificação com os pobres e rejeitados.
3. Ilustração
Imagine um grande rei chegando não em um palácio, mas em uma estrebaria simples. Assim Deus contrariou o orgulho humano e exaltou a humildade.🐑✨
II. A APRESENTAÇÃO NO TEMPLO – A LUZ PARA AS NAÇÕES (Lc 2.21–38)🔥⛪
1. Contexto histórico-cultural
A lei judaica exigia a circuncisão ao oitavo dia (Gn 17.12).
A apresentação e purificação no templo reafirmavam a identidade do povo como consagrado a Deus.
2. Análise do texto
Simeão, guiado pelo Espírito, declara que o Menino é “luz para revelação aos gentios” e “glória de Israel”.
Ana, profetisa, reconhece o Cristo e o anuncia a todos os que esperavam a redenção.
3. Ilustração
Assim como uma chama rompe a escuridão, o menino Jesus trouxe esperança ao coração dos que esperavam a salvação.🔥
III. A FUGA PARA O EGITO – PROTEGIDO PELO PAI (Mt 2.13–18)🛡️🌍
1. Contexto histórico-cultural
Herodes, conhecido pela crueldade, ordenou o massacre dos inocentes.
O Egito era abrigo comum para judeus perseguidos (possível comunidade judaica numerosa).
2. Análise do texto
Deus direciona José em sonhos, revelando cuidado sobrenatural pela vida do Menino.
A fuga cumpre a profecia: “Do Egito chamei o meu Filho” (Os 11.1; Mt 2.15).
O sofrimento das famílias em Israel mostra o conflito espiritual ao redor do nascimento do Messias.
3. Ilustração
Como um pai que tira seu filho de um incêndio, Deus conduz Seu Filho em segurança para cumprir o propósito divino. 🛡️🔥
IV. O RETORNO A NAZARÉ – CRESCENDO DIANTE DE DEUS (Lc 2.39–40)🌿🏡
1. Contexto histórico-cultural
Nazaré era uma vila pequena e pouco respeitada (Jo 1.46).
O ambiente de vida simples formou a base da humanidade de Cristo.
2. Análise do texto
O texto enfatiza que Jesus “crescia, se fortalecia e se enchia de sabedoria”.
Há um processo humano de desenvolvimento, revelando que Ele viveu plenamente como homem.
3. Ilustração
Assim como uma árvore frutífera cresce em solo simples, o Filho de Deus floresceu em um lar humilde.🌿
V. JESUS AOS 12 ANOS – A CONSCIÊNCIA DE SUA MISSÃO (Lc 2.41–52)📚🔥
1. Contexto histórico-cultural
A Páscoa era a festa mais importante de Israel, e todos os anos as famílias peregrinavam a Jerusalém.
Com 12 anos, um menino estava à porta da responsabilidade religiosa (próximo ao bar mitzvá).
2. Análise do texto
Jesus demonstra conhecimento profundo da Lei e surpreende os mestres.
Sua frase marcante: “Cumpre-me estar na casa de meu Pai”, revela entendimento antecipado de sua missão.
O retorno submisso a Nazaré mostra equilíbrio entre divindade e obediência familiar.
3. Ilustração
Como uma semente que já carrega o futuro de uma árvore, Jesus revela precocemente o propósito que logo se manifestaria ao mundo.🌱🔥
CONCLUSÃO 🙌✨
A infância de Jesus aponta para:
A humildade do Salvador
A fidelidade do plano divino
A proteção soberana de Deus
O crescimento humano e espiritual do Messias
A revelação gradual de Sua missão eterna
Cada detalhe da infância de Cristo nos inspira a confiar no cuidado divino, a valorizar a simplicidade e a buscar crescimento constante diante de Deus.
RECOMENDAÇÕES DE USO📚🤝
Este material pode ser utilizado gratuitamente em:
Escolas teológicas
Professores de EBD
Cultos nas igrejas
Palestras
Células
Estudos pessoais e ministeriais
Condição: cite a fonte ao usar:
Material produzido para fins ministeriais pelo Pr. João Nunes Machado.
3. QUATRO RAZÕES BÍBLICAS PARA MORTE:
TEXTO BAE GN 1: 26 – 26 / GN 2: 7
INTRODUÇÃO
TEMA: 3. QUATRO RAZÕES BÍBLICAS PARA MORTE:
26. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.
27. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Necrológica: a palavra grega nekros quer dizer morto e refere-se aquilo que não tem vida, seja um cadáver ou uma matéria inanimada.
GN 2: 7 - E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
Essa palavra tem na sua raiz nek o sentido de “calamidade, infortúnio”, e passou a fazer parte do vocabulário médico para indicar o estado de morte de uma pessoa, ou então, para significar o processo de morte dalguma parte do corpo, devido a alguma doença.
Do ponto de vista bíblico, necrológico indica a parte física do homem, seu corpo.
Antropológica: vem de antropos que quer dizer homem, para fazer diferença com os animais irracionais.
É o homem criado por Deus com capacidade de pensar, sentir e realizar (Gn 1: 26,27 / 2: 7).
A razão antropológica refere-se ao que o homem é, o que pensa acerca da morte, como ele a enfrenta e o que sobrevive dele depois da morte.
Pneumatológica: essa é a parte espiritual do homem.
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INTRODUÇÃO
TEMA: 3. QUATRO RAZÕES BÍBLICAS PARA MORTE:
26. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.
27. Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
Necrológica: a palavra grega nekros quer dizer morto e refere-se aquilo que não tem vida, seja um cadáver ou uma matéria inanimada.
GN 2: 7 - E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou-lhe nas narinas o fôlego da vida; e o homem tornou-se alma vivente.
Essa palavra tem na sua raiz nek o sentido de “calamidade, infortúnio”, e passou a fazer parte do vocabulário médico para indicar o estado de morte de uma pessoa, ou então, para significar o processo de morte dalguma parte do corpo, devido a alguma doença.
Do ponto de vista bíblico, necrológico indica a parte física do homem, seu corpo.
Antropológica: vem de antropos que quer dizer homem, para fazer diferença com os animais irracionais.
É o homem criado por Deus com capacidade de pensar, sentir e realizar (Gn 1: 26,27 / 2: 7).
A razão antropológica refere-se ao que o homem é, o que pensa acerca da morte, como ele a enfrenta e o que sobrevive dele depois da morte.
Pneumatológica: essa é a parte espiritual do homem.
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